Pelo pensamento livre e contra o discurso único

“Estamos convencidos de que a mudança histórica em perspectiva provirá de um movimento de baixo para cima, tendo como atores principais os países subdesenvolvidos e não os países ricos; os deserdados e os pobres e não os opulentos e outras classes obesas; o indivíduo liberado partícipe das novas massas e não o homem acorrentado; o pensamento livre e não o discurso único. Os pobres não se entregam e descobrem a cada dia formas inéditas de trabalho e de luta; a semente do entendimento já está plantada e o passo seguinte é o seu florescimento em atitudes de inconformidade e, talvez, rebeldia.”

Milton Santos em Por Uma Outra Globalização – Do Pensamento Único à Consciência Universal

Eleições internas levam às urnas neste domingo petistas de 5.118 cidades

ped.jpgPetistas de 5.118 cidades – 92% do total dos municípios do país – vão às urnas neste domingo (2) para escolher seus novos dirigentes no PED 2007. O PT é o único partido do Brasil que renova suas direções pelo voto direto dos filiados.

Cerca de 918 mil filiados estão aptos a votar neste PED. Todos entraram para o partido até a data limite de 2 de dezembro de 2006. Para exercer seu direito, devem estar em dia com as contribuições partidárias. Os que não estiverem, poderão acertar as pendências nos locais de votação.

Filiados a diretórios já organizados podem votar nos candidatos e chapas de todos os níveis: zonal, municipal, estadual e nacional. Os que estiverem filiados a Comissões Provisórias só poderão escolher dirigentes no nível municipal, segundo decisão tomada na última reunião do Diretório Nacional do PT, em 5 de outubro.No primeiro grupo, dos diretórios organizados, estão mais de 850 mil petistas aptos. No segundo, em torno de 60 mil.

O processo eleitoral tem início às 9h e se estende até as 17h. As apurações começam após o fechamento das urnas. Os resultados da apuração para a disputa nacional serão computados na sede do PT em São Paulo – rua Silveira Martins, 132, Centro – onde também serão divulgados os resultados parciais.

Escola do DF ataca PT em prova da 7ª série

O Diretório Nacional do PT vai processar o Governo do Distrito Federal (GDF) pela aplicação de uma prova, a alunos da rede pública, contendo propaganda ideológica, caluniosa e difamatória contra o partido. O GDF é governado pelo ex-pefelista José Roberto Arruda (atual DEM). A prova foi aplicada há cerca de dois meses a crianças da 7ª série do Centro de Ensino Fundamental do Bosque, escola que fica na cidade-satélite de São Sebastião e está subordinada à Secretaria de Estado de Educação.

O ataque aparece já no enunciado da primeira questão da prova, que começa afirmando: “Os grandes latifúndios do PT (Partido dos Trabalhadores) roubaram das terras indígenas importantes quantidades de hectares do Mato Grosso (…)”.

Nesta quinta-feira (29), originais da prova chegaram às mãos do presidente do PT no DF, Chico Vigilante, que acionou o Diretório Nacional e comunicou que também tomará providências. “Vamos exigir que o governador abra um processo interno e demita os responsáveis. Também pediremos ao MEC (Ministério da Educação) que investigue o caso. Precisamos saber em quantas escolas do DF isso está acontecendo”, disse Vigilante.

Alexandre significa diálogo e construção solidária do partido

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Um grande ato de democracia e diálogo construtivo marcou o encontro de Alexandre com os militantes do histórico Alto Maron. As lideranças do bairro se reuniram com nosso futuro presidente, que esteve na Paróquia São Miguel acompanhado do líder do Governo Wagner na Assembléia Legislativa, deputado estadual Waldenor Pereira, do Líder do Prefeito José Raimundo na Câmara de Vereadores, Fernando Jacaré, da vereadora Lygia Matos e da valorosa companheira Dorginha Arléu. Dezenas de companheiros do bairro reafirmaram seu apoio incondicional à candidatura de Alexandre e demonstraram estar antenados com as propostas apresentadas ao conjunto do partido.waldenor2.jpg

UNIÃO E DIÁLOGO – O Líder do Governo Wagner na Assembléia Legislativa, Waldenor Pereira, lembrou as lutas históricas já travadas por ele e diversos companheiros no Alto Maron, afirmando que o bairro foi fundamental em lutas importantes da sociedade conquistense. Fez questão de ressaltar, por exemplo, a ação política desenvolvida pelos militantes durante o regime militar. “Me orgulho de fazer parte desta história de lutas”. Waldenor afirmou que o voto em Alexandre significa a garantia da unidade do partido e da possibilidade de diálogo permanente com a base.

lygia-matosa.jpgPARTIDO SOLIDÁRIO –Lygia Matos, uma das mais destacadas vereadoras de Vitória da Conquista, defendeu o nome de Alexandre, afirmando que o partido precisa caminhar unido rumo ao processo eleitoral de 2008.

NOME DE CONSENSO – o Líder do Prefeito José Raimundo, Fernando Jacaré, lembrou que poucos políticos têm a habilidade de Alexandre para o diálogo e para construção do consenso. Fez questão de lembrar, por exemplo, que ele foi eleito por unanimidade presidente da Câmara de Vereadores. “Poucos políticos conseguem uma façanha desta, eleger-se com todos os votos de uma Câmara tão complexa e heterogêna”.

Lideranças do Alto Maron reafirmam apoio a Alexandre

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Expressivas lideranças do bairro Alto Maron reafirmaram seu apoio à candidatura de Alexandre em reunião realizada na noite desta sexta-feira no Salão Paroquial São Miguel. A presença maciça de militantes foi uma demonstração clara da predisposição da base do partido em eleger Alexandre presidente nas eleições do próximo dia 2 de Dezembro.

Alexandre congratula novos filiados petistas em Anagé

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A Câmara de Vereadores de Anagé ficou lotada na manhã desta sexta-feira (23) em função da grande festa que deu boas-vindas aos mais novos filiados do PT daquele município. 23 novos companheiros e companheiras assumiram a condição de militantes do PT em Anagé. O nosso candidato a presidente do PT de Conquista, Alexandre Pereira, participou do ato e destacou a importância das novas filiações para que o governo do Estado consiga avançar na consolidação de seu projeto. “Não podemos permitir o retrocesso ou que Anagé caminhe na contra-mão da história. Para construir uma nova Bahia e um novo Brasil é preciso estruturar os municípios, pois é lá que mora o cidadão”, afirmou. Alexandre convocou a população de Anagé para que em 2008, além do prefeito, seja eleita uma bancada forte do PT para apoiar o governo.

Waldenor Pereira comenta processo eleitoral e defende candidatura de Alexandre

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Em entrevista ao programa de rádio Resenha Geral, nesta quinta-feira (22), o líder do Governo Wagner na Assembléia Legislativa da Bahia, Waldenor Pereira (considerado um dos parlamentares mais atuantes da Bahia), manifestou sua opinião acerca do processo de eleição do novo diretório petista em níveis nacional, estadual e municipal e declarou, mais uma vez, seu apoio à candidatura do companheiro Alexandre Pereira.

Abaixo, a íntegra da entrevista com o companheiro Waldenor Pereira:

Hérzem Gusmão – Como o deputado Waldenor Pereira é a maior autoridade que está aqui representando a chapa de Alexandre, a gente pede para o deputado fazer uma saudação. Boa tarde, deputado.

WALDENOR – Boa tarde, Hérzem. Boa tarde, ouvintes da Rádio Cidade e da Resenha Geral. É um prazer muito grande participar desse momento especial do nosso partido. O Partido dos Trabalhadores realiza as suas eleições diretas com a expectativa de uma participação de mais de 500 mil filiados… Nós temos hoje aproximadamente 1 milhão de filiados no Brasil todo e há uma expectativa de que mais de 500 mil participem desse processo eleitoral. É um momento muito especial porque os nossos filiados estarão tendo oportunidade, estão tendo a oportunidade, já durante o período de campanha, de estar debatendo os problemas que afligem a organização do nosso partido.

Estamos debatendo questões com relação ao seu funcionamento, à sua democracia interna, a respeito das teses que compõem o nosso partido; por exemplo, estamos debatendo a questão do socialismo, o Brasil que queremos… Portanto, um momento muito especial que Vitória da Conquista também, naturalmente, vive, tendo em vista que as eleições envolvem candidatos para o diretório e executiva nacional, diretório e executiva estadual e também diretório e executiva dos municípios brasileiros.

Vitória da Conquista que é um dos municípios com uma tradição e com uma trajetória das mais respeitadas no Brasil estará realizando agora, no dia 02 de dezembro, e por isso estamos muito satisfeitos de estar vivendo esse momento especial na vida de nosso partido aqui em Vitória da Conquista… Portanto, é um prazer voltar aqui à Rádio Cidade, desta feita, acompanhando o nosso companheiro Alexandre Pereira, que é o nosso candidato. Estamos apoiando a candidatura do companheiro Alexandre Pereira à presidência do partido em Vitória da Conquista e estamos apresentando uma chapa denominada “Reencantar o PT”, que é uma chapa do nosso coletivo para apreciação dos nossos companheiros e companheiras que compõem o quadro de filiados do PT em Conquista”.

Alexandre defende fortalecimento da militância

dsc02055.jpgAcompanhado das mais expressivas lideranças políticas do PT conquistense, Alexandre Pereira – candidato a presidente apoiado pelas chapas “Reencantar o PT” e “Construindo uma Nova Bahia e um Novo Brasil” – foi entrevistado pelo jornalista Hérzem Gusmão na Resenha Geral desta quinta-feira (22) e defendeu seus projetos para o Partido dos Trabalhadores.

Apoio da militância: Indagado sobre o apoio que tem recebido da militância na candidatura a presidente, Alexandre fez referência a figuras emblemáticas do partido e citou algumas lideranças que têm contribuído na trajetória rumo à presidência da legenda. Foram lembrados sindicalistas, professores, secretários municipais e estaduais, lideranças de bairro, deputados estaduais e federais e petistas assessores diretos do governador Jaques Wagner. (ouça aqui).

Cumprimento de mandatos parlamentares – quando questionado sobre seu posicionamento acerca do cumprimento integral dos mandatos parlamentares pelos deputados Waldenor Pereira e Guilherme Menezes – ambos já mencionados para a condição de candidatos à Prefeitura de Conquista – Alexandre ressaltou que esta é uma questão sobre a qual a militância petista deve-se debruçar, mas fez questão de afirmar que admite todas as possibilidades. “Esta é uma reflexão a ser feita pelo conjunto do partido porque presidente de partido e diretório não escolhem o candidato a prefeito; esta é uma atribuição da militância. Mas estamos abertos para fazer o debate sem nenhuma posição preconcebida”. (Ouça aqui)

dsc02046.jpgA tese das prévias – Em relação à questão das prévias, Alexandre foi didático ao descrever a diferença entre as eleições para escolha do diretório e o estatuto das prévias. Esclareceu que tem havido uma interpretação equivocada de militantes que confundem a questão. Destacou que a questão da sucessão municipal é uma, entre outras tarefas, da nova direção. (Ouça aqui)

Núcleos de base – Entre outras propostas de seu coletivo, Alexandre destacou a necessidade de fortalecimento da participação da militância no processo de decisão dos rumos do partido, destacando sua defesa de criação dos núcleos de base nos bairros. (Ouça aqui).

SINTONIZE: Alexandre fala aos militantes na Resenha Geral

Nosso candidato a presidente do Partido dos Trabalhadores, presidente da Câmara ALEXANDRE PEREIRA, será entrevistado no Programa Resenha Geral, nesta quinta-feira (22). O programa começa ao meio dia e vai ao ar pelas rádios Cidade, BrasilFM (107.7) e 96FM.
 

Partido não pode ser mero instrumento para ocupar espaços eletivos

CHAPA CONSTRUINDO UMA NOVA BAHIA E UM NOVO BRASIL

A tese apresentada ao diretório municipal do Partido dos Trabalhadores de Vitória da Conquista pela chapa “A Esperança é Vermelha” traz formulações que exigem de todos nós, militantes petistas, uma demorada reflexão, especialmente por se tratar de texto-guia cujo objetivo seria apresentar as perspectivas de determinado agrupamento político para o conjunto do partido.

A tese, em tese, deveria traçar metas norteadoras em relação aos objetivos gerais do nosso partido; para-além do aspecto estritamente eleitoral e a necessidade que a todos nós parece óbvia – de dar manutenção ao projeto político-administrativo petista em Conquista –, dever-se-ia apresentar orientações para nossa atividade partidária, como diretrizes para a consolidação regional do partido, fortalecimento da militância, ampliação dos canais de comunicação com a sociedade e os modelos de interlocução entre o partido e os governos.

É evidente que um dos objetivos primordiais de qualquer partido político é alcançar o poder, por meio do qual consolidam-se ações capazes de transformar a sociedade – vide o caso do presidente Lula, que vem promovendo uma verdadeira revolução social no Brasil. Mas, antes disso, é necessário que o partido seja(esteja) suficientemente organizado para dar impulso às transformações; é necessária uma militância politicamente articulada e organizada para participar conscientemente do projeto; é preciso que a sociedade reconheça suas lideranças a partir do partido (e não o inverso).

Mas também é evidente para qualquer cidadão brasileiro, minimamente militante dos movimentos sociais e políticos, que o Partido dos Trabalhadores tem uma particularidade que o diferencia imensamente das demais agremiações partidárias: sua capacidade de promover a transformação social mesmo quando desprovido do poder de governo. Nossas lutas, entre as quais se incluem a redemocratização do Brasil, impulsionaram mudanças significativas na mentalidade política brasileira porque sua militância aguerrida ocupou privilegiados espaços sociais para promover o debate consciente e aberto.

Com base nas idéias acima enumeradas, é que destacamos algumas questões abordadas pela chapa “A Esperança é Vermelha” e que merecem reflexão e debate:

1. Ao que tudo indica, o único objetivo da chapa é impor o nome de um único companheiro do agrupamento político (citado 18 vezes no texto) para as disputas eleitorais de 2008, objetivo que passaria, então, pela eleição, no PED do dia 2 de Dezembro, da companheira Suzana Ribeiro (apenas uma vez citada no texto) à presidência do partido. Ora, parece que nossos companheiros estão transformando o PED na ante-sala das prévias que ainda nem se sabe se serão realizadas, vez que o partido poderá seguir unido na definição de um nome para as próximas eleições.
2. Predomina no texto uma lógica que parece querer confrontar um discurso que, até onde se sabe, jamais existiu: quem, em Conquista, tem manifestado contrariedade a este ou aquele nome do PT para as eleições de 2008? Em que espaços ocorrem tais manifestações? São posições defendidas publicamente ou em conversas isoladas? Que “importante filiado” do PT manifestou interesse em filiar-se ao PMDB? Que filiado do PT não é importante e por quê? Quais os critérios para definir o “candidato preferido da população”? Cabe esta indagação porque, com base nesse princípio, o atual prefeito José Raimundo Fontes – cujo governo entrará para a história da Bahia como um mais eficientes e progressistas – sequer teria sido lançado a candidato em 2004, quando as pesquisas apontavam para um cenário francamente desfavorável. Naquele momento, prevaleceu a força de uma militância extremamente organizada e que reconheceu em José Raimundo a figura capaz de liderar um processo que definiria os rumos da cidade, processo que teve força também para garantir a vitória do companheiro Wagner no quadro estadual.
3. Há uma contradição ainda a ser explorada no texto: a chapa faz alusão à auto-suficiência daqueles que estariam minimizando a força da oposição nas eleições de 2008, e apresenta (para nossa salvação), ao que parece, o único “nome forte” capaz de fazer o enfrentamento eleitoral e assegurar o controle do governo. Não seria também auto-suficiente esta afirmação? Não seria também subestimar a força dos próprios aliados? O governo do professor José Raimundo Fontes e suas históricas realizações não seriam suficientes para demonstrar à população a necessidade de manutenção de um projeto vitorioso?, projeto do qual fazem parte todos os agrupamentos políticos do PT. Em suma, embora se deva admitir a humildade em todas as nossas ações, públicas ou particulares, o texto não estaria criando um cenário irreal, um fantasna nas eleições de 2008 para tornar imprudente até mesmo a suposição do debate interno acerca dos nomes a serem pensados para a disputa?
4. Ao tratar das gestões petistas em Conquista, os redatores do texto souberam dar visibilidade a uma série de ações que transformaram as feições da administração pública em Vitória da Conquista e para cuja efetivação – necessário que se diga – foi necessária a intervenção inteligente de colaboradores que souberam entender o quão era imperioso demonstrar que o modo petista de governar é diferente e melhor. Mas, as ações históricas desenvolvidas pelo companheiro José Raimundo Fontes à frente do governo parecem não ter encantado tanto, até mesmo porque, o texto faz querer crer que tais obras teriam sido realizadas pelo governo do presidente Lula e não pelo prefeito, a partir inclusive da inteligência de seus técnicos. Mas mereceram dos companheiros ao menos uma nota de rodapé…
5. Há outra referência também a um companheiro cujo prestígio teria, segundo a tese, influenciado decisivamente nas grandes vitórias eleitorais do partido nos últimos anos, argumento que, se não despreza, ao menos torna secundária a significativa contribuição de militantes cuja ação predominou em momentos de intensos debates na sociedade; afinal, o partido é construído nas bases e candidato nenhum será eleito se desprezar a massa pensante que o compõe. Não se pode deixar de comentar que predomina na tese também a lógica segundo a qual está proibido o surgimento de novas lideranças no PT. O partido e seus militantes estariam condenados a gravitar na periferia de uma determinada personalidade. O consenso só funcionaria se atendendo uma lógica predeterminada e por imposição. Nada mais anti-petista que tais comportamentos, que parecem querer ressuscitar padrões de atuação política similares àquelas dos coronéis, segundo os quais toda postura indagadora será interpretada como afronta, não como proposição de debate.
6. Por fim, é preciso chamar atenção dos militantes para algo que está bastante óbvio: ao que parece, a chapa “A Esperança é Vermelha” prefere estabelecer uma discussão que tem como foco o culto a uma personalidade messiânica, chegando mesmo ao desplante de submeter a candidata à presidência do partido ao constrangimento de ser citada de forma superficial, quase que querendo mantê-la no anonimato. A nosso ver, o debate deveria trazer para as primeiras fileiras o pensamento e a história da candidata e suas metas para o fortalecimento do partido. É uma prática que rompe definitivamente uma tradição de disputa pautada em idéias e não em personalismos; mas, costuma-se dizer, cada um luta com as armas de que dispõe.

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